09/04/2009

Cultura!!!


Pessoas cultas, é aquelas que fazem teatroooo!! \o///

Rsrsrsrs sem graça "/


é muito bom saber que existe um lugar, que se possa fazer com pessoas maravilhosas com vocês!!!

11/09/2008

Capitulo 4. A noite sem dormir!

Capitulo 4.

A noite sem dormir!

Não sei o que houve, mas acordei numa cama limpas e confortáveis, assustado, sem saber onde estava comecei a gritar. Percebendo que estava sozinho, levantei aterrorizado, uma tontura e muitas pontadas na minha cabeça veio a me derrubar do chão, não sei mais o que aconteceu.

Quando acordei novamente estava sendo consultado por um homem de mascara, ele percebendo meu medo, me acalmou com palavras mentirosas, dizendo que iria ficar tudo muito bem.

Fique sabendo o que aconteceu depois da visita da diretora no internato, me explicando que tinha passado mal e desmaiado. Mas sabia que lá no fundo, não era isso, que no corredor das escuras tinha estado uma mulher de preto. Sabia que se eu aumentasse esta chance que tinha alguém lá na noite anterior, iriam me levar para o hospício.

Na mesma noite da visita da diretora, tive alta e fui para o internato, fui levado direto para o dormitório dos meninos. Sabendo que a partir daquela noite nunca mais seria o mesmo.

Estava sozinho quando realmente consegui pegar no sono. Não sei se estava acordado, mas abri os olhos no meio da noite, mas eu vi, eu sei que eu vi. A mulher de preto com cabelos ruivos; Estava me olhando carinhosamente, passando as mãos nos meus cabelos, e fechando meus olhos.

Foi a sensação mais gostosa que já senti em toda minha vida.

Na manhã seguinte a diretora veio me visitar, ela estava com um sorriso misterioso, mas quando olhou para min o sorriso desapareceu. Falando delicadamente, com muito cuidado, disse: “ Querido, sinto muito”. Num estante não entendi nada, mas percebi o que ela estava falando, aquela mulher, tão bonita havia desaparecido, mas a direto continuou : “ Não, criança, não chore, foi apenas um susto, eu sei o que você deve estar se sentindo” . Então tinha certeza que a mulher iria voltar, talvez ela só havia ido para longe. Mas, aquelas ultimas palavras da diretora, não consigo nem escrever quais foram, apenas lembro do final : “Ele foi para guerra e nunca mais voltou, sinto muito pelo seu pai, querido”.

Meus olhos encheram de lagrimas, antes mesmo eu odiava meu pai, por não ter se despedido de min na noite que me deixou aqui neste inferno, mas agora eu entendi tudo, colhi a ultima pedra do quebra-cabeça. Minha madrasta foi embora com os filhos por que sabia que isto iria acontecer. Sabia que papai iria para guerra, e os soldados iriam para casa e destruir tudo, mesmo sabendo que na família havia um soldado, mas pode entender que, eles não me odiavam, me amavam, estavam me protegendo me trazendo aqui, mesmo que eu era um fardo na família, era nada, uma criança sem mãe, agora sem pai!

Decidi então a começar a escrever um diário, e uma história, contando minha vida. Misteriosamente relatando meu ódio através de um personagem.

Capitulo 3. Regras Sangrentas

Capitulo 3.

Regras Sangrentas

Bom, não gosto de comentar nada sobre aqueles meses como foram duros, e nem de falar a nossa rotina, a única coisa que posso comentar é que elas eram rígidas, rigorosas, ignorantes, não serviam para nada, só para matarmos de cansaços, e além de dormimos tarde teríamos que acordar cedo, para o dia seguinte ser pior.

Eu ficava de castigo sempre que tentava fugir. Num desses, nunca mais irei esquecê-lo, foi marcante.

“Estava lavando pratos do jantar e a cozinha esta escura, e ninguém estavam lá, apenas eu e as baratas, as baratas e eu, enfim. Pensava na vida, levantei a cabeça e pensei: Como será possível um lugar escuro como esses, cheio de crianças e adolescentes que limpa, passa, esfrega, lava e estar sujo desse jeito”.

Na época não sabia de nada, nem imaginava que estava acontecendo algo, mas olhei para o corredor e imaginei uma mulher toda de preto com cabelos ruivos e uma expressão misteriosa no rosto, carregando um balde cheio de óleo usado de cozinha espalhando pelo corredor. Voltei para a real, e continuei a lavar os pratos sujos.

Houve um tremendo barulho de objetos sendo quebrados, logo uma risada misteriosa vinda do além, eu segui a risada e estava vindo do corredor, minha respiração parou, não enxergava mais nada, no flax antes de dar meu ultimo suspiro pude a mulher de preto com longos cabelos ruivos espalhando óleo sujo de cozinha por todo o corredor, exatamente como eu imaginei.”

Capitulo 2 O corredor das escuras

Capitulo 2

O corredor das escuras

Entramos numa estrada escura acima de uma montanha nebulosa, com milhares de arvores negras, e uma lua cheia no centro do céu nublado. Talvez ficamos nesta estrada á horas, mas adormeci com uma intensa curiosidade do mal humor de meu pai. Mas não imaginava que a partir daquela noite, eu nunca mais seria o mesmo. A partir daquele dia encontrei minha verdadeira personalidade, soube quem eu sou e o que eu posso fazer.

Entramos numa casa grande, pensava que meu pai estava me levando para conhecer monstros de verdade, porque a casa era cheia de rachaduras e parecia mal assombrada, não sabia ler, mas havia escritas encima de uma longa porta abandonada pelos moradores. Ao bater na porta, uma portinhola se abriu, e logo uma velha de cabelos brancos engrolados num coque mal feito, vestindo um uniforme cinza e um avental branco cheio de babados indicava que ela era a cozinheira do local. Entramos.

No Hall Havia outra mulher com cabelos brancos e enrolados num coque, nos recebeu e começou a conversar com meu pai, não prestava atenção estava olhando o local, era grande com muitas luzes de velas e enormes quadros com formas abstrata. Nunca pensei que ali seria a minha mais nova casa. Depois de um longo tempo assumi meu medo. Percebi que a mulher colocava as mão nos meu ombros.

Fui conduzido até um corredor, fiquei muito apavorado olhei para traz e queria chamar meu pai, mas quando olhei ele estava muito longe e foi embora sem se despedir. O que era já muito comum para min. Mas me senti estranho e com muito mais medo de estar naquele lugar bizarro, escuro e sujo.

Virei a cabeça e olhei novamente para o corredor, era mofado e continha muitas portas. A recepcionista me deu um empurrão me levando para mais adentro, passei pelas portas de madeira descascadas observando que havia salas e mais salas de aula, com meninos e meninas de diversas idades, também havia garotos limpando a cozinha e outros lendo a bíblia em voz alta.

Crianças ali e crianças aqui, subimos uma enorme escada que rangia e se mexia e ainda para me assustar mais, havia quadros de velhos Barbados, ela me conduziu até uma porta no 1° andar, me empurrou novamente para dentro dela, jogando malas enormes, não havia imaginado que minhas roupas, livros e acessórios estivessem no porta-mala do carro.

Aporta bateu com muita força, que as paredes chegou a deixar cair muito pó e fagulhas da madeira, apertando o choro levantei a cabeça e era um quarto com 14 camas uma na frente da outra, como se ali dormissem muitas crianças juntas, olhei uma que o colchão estava enrolado com uma fita marrom, deixei as malas nelas com muito esforço consegui tirar as fitas para poder me sentar e se confortar na cama, deixando o choro ganhar escorrendo no meu rosto pálido de pavor tentei refletir no que havia acontecido até ali. E agora? O que iria acontecer? Só sabia que estava sozinho e num mundo obscuro onde não conhecia ninguém e nem o por quê que estava ali.

Capitulo 1. Famílias com Defeitos

Capitulo 1.

Famílias com Defeitos


Tudo começa, numa grande cidade, numa enorme civilização de Londres, em meados de natal. Eles Estavam numa mesa de jantar redonda comendo um maravilhoso Peru assado, feito pela mãe, eles eram uma família misteriosa, na janta não se falavam, não se viam de dia e raramente de noite contavam o que haviam feito. Eram apenas três, o pai extremamente severo, autoritário, e tinha um vicio horrível por bebidas alcoólicas, trabalhava na loja de vinhos, a mãe não era diferente uma mulher Terrível, que amava desejar a morte para seus vizinhos, deplorável por todos e raramente não saia de casa, isso atingia o alvo da paciência do dono da casa, provocando altas brigas. E por ultimo o filho do casal, eu, magricela dos cabelos cacheados e loiros, vivendo sempre no meu quarto com vergonha de sair de lá.

Nesta noite, a briga foi maior, eu era uma criança e não sabia o como e porque que minha mãe saiu da mesa e começou a fazer as malas, subi direto para meu quarto, e comecei a chorar no canto dele, a gritaria era enorme, mas não me lembro uma só palavra do que eles disseram; No dia seguinte minha mãe não estava lá e não me atrevi á perguntar.

A partir daquele dia, meu pai mudou totalmente, arranjou uma mulher estranha, que falava com um sotaque espanhol e vivia fumando narguilé. Com ela tiveram dois filhos, o Marcus e a Shopie, ela já trazia o Nelson, onde dividia o quarto comigo. Se passou três anos quando minha madrasta levantou da mesa e começou a fazer as malas dela e á dos filhos, dizendo que iria viajar para a Bulgária, meu pai apenas ficou de braços cruzados encostado na porta concordando com tudo o que ela dizia, tentei me intrometer, mas não tive coragem, sentei-me no sofá da sala e comecei a assistir televisão como se nada estivesse acontecendo. As crianças estavam chorando alto, mas não fiz nada para acamá-las.

Depois que a mulher se partiu meu pai mandou eu fazer as minhas malas, e colocar tudo o que tinha dentro delas, hesitei mas me arrependi, meu pai me forçou a fazer aquilo. Obrigando-me á entrar no carro e me levar para um lugar onde nem imaginei que existia.

Correio Coruja

Introdução

Como todas as histórias fantásticas, como a minha, o autor deve saber como começar uma historia fantástica, escolher as palavras com cuidado, e ter um bom resumo logo na sinopse. Então lhes devo avisar que não sou experiente nem obcecada, nem seja lá o que for. Uma vez um velho sábio me disse: “Existem três tipos de alquimia, Aqueles que são vagos porque não sabem o que estão falando; aqueles que são vagos porque sabem o que estão falando, mas sabem também que a linguagem da alquimia é uma linguagem dirigida no coração, e não é a razão; E aqueles que jamais ouviram falar em alquimia, mas que conseguiram, através de suas vidas, descobrir a pedra filosofal”

Paulo Coelho

Hoje consigo escrever sobre a vida de meu irmão, graças ao livro, ou melhor um diário, esquecido debaixo do assoalho na Rua da Fiação. Como ele foi um professor misterioso, onde todos o odiavam, mas ninguém sabia o porque que ele era daquele jeito, nem desconfiava o por quê. Bom chega de blá, blá blá, e vamos começar.

Descrição

Para você que ama Severo Snape e tem teses de quando ele era apenas uma criança, e que imagina o quanto ele possa ter seus segredos mais profundos apenas escrito em um diário, guardado no fundo do assoalho na Rua da Fiação.

Ou enigmas que nunca foi respondidos, até então.

A fic “Severo Snape e o segredo do príncipe”, revela o Eu-interior do professor de poções enquanto ele é apenas uma criança.

Suas paixões secretas reveladas e o mais importante o seu Dom, que em nenhum livro ou fanfic jamais escrita e imaginada, o poder mais guardado de Snape este dom tão raro no mundo bruxo, as suas dificuldades de lidar com ele e suas aulas de treinamento que teve ao decorrer dos anos antes de entrar para a escola de magia e bruxaria de hogwarts.

Em “Severo Snape e o segredo do príncipe”, estará lá todas as respostas jamais respondidas do mais temido professor de poções de Hogwarts.